segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Esse ano nas minhas férias agora de Setembro fui para Alto do Paraíso - GO, em plena Chapada dos Veadeiros, mais especificamente no resort de yoga Paraíso dos Pandavas.
Não sabia muito bem o que iria encontrar lá, mas estava em busca de um lugar para desconectar e de um pouco de paz.
Esse resort é administrado pelo Giridhari Das, para descrevê-lo peguei algumas palavras do site dele:
"Giridhari tem como seu dharma vocacional e profunda inspiração ensinar e guiar as pessoas para terem uma vida melhor, serem mais felizes e trilharem o caminho da autorrealização em amor a Deus."

Foi incrível a estadia de uma semana lá, fiz vários passeios ali perto, como no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Vale da Lua, cachoeiras Almécegas I e II. Lugares realmente lindos, obras de arte da natureza.




Mas além da paisagem exuberante tive a chance de conhecer um pouco da cultura Hare Krishna e entender um pouco dos conceitos milenares que eles transmitem. Para conhecer um pouco o fundamento dessa filosofia de vida recomendo a leitura do livro do Bhagavad-Gita, que traz conceitos sobre a vida e a morte, quem somos, de onde viemos, para onde vamos. É bem filosófico e as informações contidas são demonstradas em forma de uma conversa entre Krishna e Arjuna, um príncipe que pode muito bem representar todos nós.

Durante o feriado de 7 de Setembro houve o retiro de yoga (que não tem nada a ver com a prática de exercícios físicos do "tapetinho", apesar de termos tido também aulas desse tipo), onde todo dia tinha as práticas de kirtan (canto de mantras, muito lindo), meditação, aulas de ashtanga yoga (a prática física) e palestras à noite do Giridhari Das sobre o Caminho 3T, onde ele mostra caminhos para livrarmos da depressão, ansiedade, tristeza e conseguirmos nos auto-conhecer melhor através de técnicas como meditação, mindfulness e adoção de um estilo de vida apropriado.
Para entender melhor recomendo a leitura do livro Caminho 3T: http://www.3t.org.br/



Mais informações nos endereços abaixo:

Site Giridhari Das: www.giridhari.com.br
Frases sobre Autorrealização no Instagram de Giridhari Das: @caminho3T
Pratique o Caminho 3T, o caminho de auto-aprimoramento e autorrealização em yoga: www.3T.org.br
Canal Principal no YouTube: www.youtube.com/c/GiridhariDas
Canal de Palestras de Giridhari Das: http://www.youtube.com/c/PalestrasGiridhariDas_Krishna
Yoga Resort Paraíso dos Pândavas: www.pandavas.com.br




quarta-feira, 14 de agosto de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

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Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer OnlineWorld Observer Online.
1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?
2. Desista da sua necessidade de controle.
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros.
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar.
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar. 
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. 
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança.
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos. 
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos. 
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas.
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado.
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego.
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas. 
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.
Fonte da tradução: Guia Ingresse

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Lendo livro Outliers (Fora de Série) - Malcolm Gladwell

Lendo o livro Outliers (Fora de Série) do autor Malcolm Gladwell

Esse livro fala sobre como algumas pessoas obtiveram o sucesso e o que muita gente atribui como genialidade muitas vezes foi fruto do esforço, patrocínio de outras pessoas e outras séries de fatores, como a regra das 10.000 horas.

Compare preços desse livro no Buscapé: Outliers - Malcolm Gladwell

sexta-feira, 15 de junho de 2012

If you believe in past life or not...this is very interesting:

http://www.oprah.com/health/Were-You-Here-Before-Dr-Oz-Explores-Past-Life-Regressions_2/

quinta-feira, 22 de março de 2012

Escolhas

Sempre tive uma "questionabilidade" das coisas, por assim dizer. Sempre fui curiosa para saber como as coisas funcionam, de onde vêm, como surgiram. Sempre gostei de ciência, filosofia, história antiga.
Assim como sempre me interessei por questões menos materiais e mais espirituais. Quem somos, de onde viemos, para onde vamos.

Não fui batizada quando nasci, meus pais optaram por deixar seus filhos escolherem seus caminhos. E concordo com isso. Estudando em uma escola católica de freiras, acabei me tornando católica. Fui batizada, fiz primeira comunhão e até crisma. Me interesso pela história da Bíblia, assim como me interesso por muitos outros livros.
Apesar de frequentar as missas (esporadicamente, mas frequentava), não entendia o sentido das coisas, da religiosidade indo a uma Igreja. O que tudo aquilo tinha a ver com Deus?

Por gostar de ciência, sempre li diversos assuntos e entre eles, muitos tentando desmistificar as religiões. Big Bang X Deus, Criacionismo, Darwin, etc, etc. E eu sempre ficava com uma pulga atrás da orelha. Acredito na religião ou na ciência? Qual deles está certo? A religião, por não mostrar provas concretas que Deus existe, está errada? A ciência, por não provar como surgiu o mundo, está errada?

Na verdade, não é como comparar "verde" com "branco" e sim, comparar "verde" com "macio". Não tem como comparar, não tem como escolher entre ciência e religião. As duas partes deveriam parar de provar coisas umas para as outras e se aterem ao que têm de melhor.
A religião é para os que têm fé, para os que têm uma certa espiritualidade. E acredito que esse fator varia de intensidade de pessoa para pessoa. Mas parece que alguns ateus e alguns fanáticos religiosos se colocam de uma maneira que uma coisa sobrepõe a outra.
Então não posso ser uma católica que pesquisa células tronco? Que porventura acredita na possibilidade do Big Bang, mas mesmo assim acreditando em um Deus por trás de tudo isso?

Não posso ser espírita e me interessar por questões de física quântica que porventura explicam certos fenômenos sobrenaturais?
Eu tenho que ser uma coisa ou outra?
Quero ser questionadora, um pouco desconfiada mas não totalmente cética. Às vezes é preciso ter um pouco de fé.

domingo, 11 de março de 2012

A elegância do comportamento


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez
mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem
mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de
dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa
alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no
dia a dia.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se
dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer
em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem
presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber
uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando
e só depois manda dizer se atende.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar
nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar
imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status
social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com
amigo não tem que ter estas frescuras”.
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão
desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.

http://www.idph.net