terça-feira, 19 de janeiro de 2010
TSKF na Record
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Clarice Lispector
a falta de alguém que o que mais queremos
Albert Einstein
ciência foi o de escapar do cotidiano”
Albert Einstein
“No entanto, há momentos em que uma pessoa se sente livre da sua própria identificação com as limitações e insuficiências humanas. Nesses momentos, ela imagina-se em qualquer lugar de um pequeno planeta, comtemplando com admiração a fria, mas profundamente comovente beleza do eterno, do impenetravel: a vida e a morte fundem-se e não existe evolução nem destino; apenas o ser.”
Albert Einstein
Há dias em que estamos tão concentrados na rotina, nas obrigacões, que deixamos de enxergar o milagre que é a vida, o nosso corpo, a natureza...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Dalai Lama
"Melhorar o mundo é melhorar os seres humanos. A compaixão é a compreensão da igualdade de todos os seres, é o que nos dá força interior. Se só pensarmos em nós mesmos, nossa mente fica restrita. Podemos nos tornar mais felizes e, da mesma forma, comunidades, países, um mundo melhor. A medicina já constatou que quem é mais feliz tem menos problemas de saúde. Quando cultivamos a compaixão temos mais saúde."
"Se o seu coração é absoluto e sincero, você naturalmente se sente satisfeito e confiante, não tem nenhuma razão para sentir medo dos outros."
"A essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros."
"A amizade só podia ter lugar através do desenvolvimento do respeito mútuo e dentro de um espírito de sinceridade."
Dalai Lama
...
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Lar doce lar
Agora falta comprar um sofá bem bonito, um tapete, uma mesinha para colocar na sala...
Bom, quando eu for tendo grana eu vou comprando...meio difícil tudo de uma vez, e ainda tenho o aluguel antigo para pagar...aiai
Só para deixar registrado aqui no blog, me mudei para o novo apê em Out/2009. Vamos ver até quando fico por aqui ;)
Quanto a minha casinha de dentro, da alma, do pensamento...ainda está uma bagunca sinceramente...às vezes pensamos tanto nas coisas externas que não paramos para melhorar e arrumar a coisa mais importante do mundo, que somos nós mesmos...
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Mais de Lya Luft
¨Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer. ¨
Canção das mulheres - Lya Luft
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher¨
Casinha nova...
Mas dessa vez será para morar sozinha. Sei de gente que mora sozinha que adora de paixão e também quem reclame um pouco disso. Não sei. Só morando para saber.
Acho que umas das coisas legais é poder decorar do meu jeito. Outro dia fui à Tok Stok e tive vontade de levar tudo de lá! Ah se não fosse tudo tão caro...
Outras coisas legais: poder chegar em casa e colocar um som na sala, assistir o canal que quiser, convidar quem e quando eu quiser, fazer minha própria bagunca em qualquer canto da casa...
Falando assim parece que me dei mal dividindo a casa com as pessoas que morei. Pelo contrário, adorei todos os lugares e todas as pessoas com quem já morei (exceto a primeira...sem noção total).
E como tudo tem sua parte chata, acho que às vezes deve bater uma solidão, chegar em casa e ter alguém para conversar, jantar...
Essa é uma das coisas que mais sinto falta da casa dos meus pais, de sentar todo mundo à mesa, dar risada, fazer pipoca...Não tenho mais isso... Mas talvez seja por isso que gosto e dou tanto valor quando vou para lá.
Ai ai...Espero que eu goste muito, que seja um lugar agradável, que traga boas vibrações, uma experiência boa...É engraçado, como se fosse uma nova etapa da minha vida :)
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pensar é transgredir
Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, da lamúria, da hesitacão. Sem ter programado, a gente pára para pensar. É como espiar para um corredor com mil possibilidades. Cada porta uma escolha.
Muitas vão se abrir para um nada, outras para um jardim de promessas. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar, reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos esmaga.¨
Do livro que estou lendo: Pensar é Transgredir, da autora Lya Luft.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Falando sobre propósito...sobre felicidade..
Acredito que felicidade é um estado de espírito, um estado de paz interior, de equilíbrio emocional. Nessa vida cotidiana vivemos sempre na defensiva, como se o outro estivesse sempre querendo nos dar uma rasteira. O problema é colocamos em cima de outro e de outras coisas a responsabilidade dela nossa felicidade. Nunca procuramos dentro de nós mesmos, ela está sempre do lado de fora.
É inerente a nós essa perseguição por ser feliz? Ou a vontade por trás disso é alcançar um estado mental tranquilo?
A busca pela felicidade é uma forma de fuga, de fugir dos problemas cotidianos e tentar resolvê-los no futuro. É incrível, a maioria pensa assim ¨Quando eu tiver a casa dos meus sonhos, serei feliz¨, ¨Quando estiver ganhando 10 mil de salário, então serei feliz¨. Essa ansiedade que temos é por causa das expectativas que projetamos. Só seremos felizes quando atingirmos nossos objetivos, esses muitas vezes impostos pela sociedade, como se isso garantisse um pote de ouro no final do arco-íris.
Acredito que nossa existência está ligada a um propósito maior, uma forma de nos melhorarmos como seres humanos e deixarmos uma contribuição para o mundo. Altruísmo demais? Vivemos em sociedade, não podemos nos isolar do mundo por mais que este nos machuque, e perder a chance de aprender e talvez ajudar alguém. Temos que aprender a lidar com os problemas conformes esses vão aparecendo.
É disso que a vida é constituída. Não seríamos felizes vivendo apenas no conforto, no marasmo, numa mar de calmaria onde nada acontece, sem desafios. Superar desafios é uma forma de crescer internamente. Mas saber fazer isso pensando no próprio crescimento, sem que seja uma forma de se exibir para os outros, não é tão simples.
Enfim, pessoalmente falando sinto que tenho muita coisa a aprender ainda. Essa vida é uma coisa louca. Será que eu viajo demais? Será que outras pessoas também têm crises existenciais de vez em quando? rs...
Adoção

Quando vejo imagens como essa fico emocionada.
Sempre tive o sonho de adotar uma criança, talvez seja um propósito de vida, sei lá. Pro futuro, claro. :)
Matéria da adoção feita pela atriz Katherine Heigl aqui.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Happiness and sadness is just a matter of attitude.
¨At one stage, I thought I had pretty much figured out the whole God thing. I now realise how arrogant that was and how little I know. There was a time when I pursued society’s version of success. These days I’m more interested in my version. For a long time I chased happiness. Now I gratefully accept it. At one stage my life was full of problems. Now it’s full of lessons. For a while there I hated silence and solitude. Now I crave it. I thought that situations and other people created stress in my life. Now I know that I am the creator of stress. And calm.¨
The meaningless become meaningful. But only because we made it so.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce, dificuldades para fazê-la forte,
tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram;
para aqueles que se machucam;
para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância
das pessoas que passam por suas vidas."
(Clarice Lispector )
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
¨A felicidade é proporcional ao risco que se corre. Quem se protege contra o sofrimento, protege-se contra a felicidade. Quem se torna invulnerável, torna sem sentido a existência. O homem feliz aceita ser vulnerável. O homem feliz aceita depender dos outros, mesmo pondo em risco sua própria felicidade. É a condição do amor e de todas as relações humanas, sem o que a vida não teria sentido."
(Jean Onimus)
Quanto tempo leva para mudar o paradigma de um coração?
Quanto tempo leva para substituir um sentimento por outro?
Por mais que em certos momentos a gente queira pular etapas, evitar sofrimentos, pra mim eu sinto que é importante sentir, ¨sofrer¨ e então deixar passar...
E respeitar o tempo. No final eu sei que tudo acaba se resolvendo.