quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Acho ¨engraçado¨ quando as pessoas colocam nas redes sociais algo como ¨Olha como eu estou feliz¨, depois de terminarem namoro, levar um fora, sei lá.

Como se ficar triste fosse uma coisa medonha, ou até vergonhoso...
Nós nunca queremos nos sentir rebaixados, será que é uma coisa de brasileiro isso? querer sempre levar vantagem em tudo...


Várias

Acho que a dor de pensar em ir treinar kung fu é maior do que a dor do próprio treino...hehe
E depois que eu faço eu sempre me pergunto por que não vou com mais frequência :P

++

Hoje eu ouvi no metrô: ¨Mas é porque ela era de menor...¨ (sic - ui...)

++

Voltei a fazer Jazz...e lembrei de como era bom quando eu fazia, devia ter retornado antes :)

BEADY EYE – DIFFERENT GEAR, STILL SPEEDING

http://www.botequimdeideias.com.br/flogase/tag/noel-gallagher/

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ponha um tubarão no seu tanque


Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do
Japão não produzem muitos peixes há décadas.

Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o
tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que
nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o
peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o
peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto
destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca
instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os
peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros
fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe
congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios
pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como
"sardinhas".Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam
de se debater e não se moviam mais.
Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto.
Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.

Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o
gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que
você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como : quando
encontram uma namorada (o)/esposa (o) maravilhosa (o), quando começam
com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou
o que quer que seja, elas podem perder as suas "paixões".Elas podem
começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, amar tanto,
esforçar-se tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos
ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro no "relaxamento"
do estado, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem e
produzem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de
remédios de tarja preta. Para esses problemas, e inclusive no caso dos
peixes dos japoneses, a solução é bem simples.
L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:

"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você
gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto
e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica
muito feliz.
E grande perante você mesmo. Você pensa em seus desafios e se sente
com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas
soluções.

Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas
ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos.
Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito
vivo". E fresco no desembarque.

Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro
deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e
numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais
conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque
objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou
familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo,
da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e
não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para
fazer a diferença.

"Ponha um tubarão no seu tanque" e veja quão longe você realmente pode
chegar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sobre o Alzheimer

"A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos".

Sobre o Alzheimer
Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.

Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... para evitarmos essas drogas?

Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.

Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e
estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?

Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o “BBB”

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço…A décima terceira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 11 é a realidade em busca do IBOPE..

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 11. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça,
cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível.

Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? HERÓIS ?
São esses nossos exemplos de HERÓIS ?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns).
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo,
o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia,
alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar…. , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… ,telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas,
porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nossos vizinhos.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral.
É tempo de mais liberdade, porém menos alegrias.
Tempo de mais comida, porém menos vitamina.
Dias em que chegam dois salários em casa, porém mais divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho de hoje para sempre,
Que você não deixe nada para ¨uma ocasião especial¨, porque cada dia que você viver será um dia especial.
Procure ¨Deus¨. Conheça-o.
Leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com as tempestades.
Tenha um ótimo dia!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Teste de perfil psicólógico do vagas.com

Seu Maior Talento: Professoral

A pessoa com este tipo de talento é cuidadosa e vigilante. Ela sabe que apesar de tudo parecer em ordem os riscos podem muito bem estar escondidos. Em vez de negá-los ela os traz à tona. Isto lhe possibilita planejar adiante e evitar que algo saia errado. É diplomática quando precisa e afetiva com os amigos e familiares. Possui a capacidade de recomendar, negociar e aconselhar os outros. Tem uma grande capacidade de absorver e compartilhar informações. É capaz de criar e manter um bom nome e aborda situações de maneira meticulosa. Seleciona seus amigos cuidadosamente e mantém para si mesma suas opiniões quando a conversa se dirige para questões pessoais. Não tem nenhum interesse de provocar conflitos. Possui persistência para acompanhar uma tarefa até sua conclusão. É confiante, entusiasmada, de fácil abordagem, obsequiosa e despretensiosa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Trilha sonora do filme Alfie

Esses dias assisti de novo ao filme Alfie (remake com Jude Law) e reparei que a trilha sonora desse filme era muito boa.
Nos créditos finais vi que várias músicas foram compostas por Mick Jagger. Muito bom, recomendo :)


Alfie
Em ótima forma,
Mick Jagger compõe com Dave Stewart música de filme estrelado por Jude Law

mauro ferreira

Estrelado por Michael Caine em 1966, o filme cult Alfie ganhou remake pelas lentes do diretor Charles Shyer. Mas nem o charme do ator Jude Law impediu o
longa-metragem de naufragar na bilheteria. Pelo menos, a trilha sonora não faz feio perto da seleção musical original, gravada em tom jazzístico pelo saxofonista Sonny Rollins. Na versão 2004, foram recrutados Mick Jagger e Dave Stewart (do Eurythmics). A inusitada dupla produziu um punhado de boas canções, cantadas por Jagger e por convidados como a cantora Joss Stone.

A melhor música, “Old Habits Die Hard”, foi agraciada com o Globo de Ouro de melhor canção original. Jagger e Stewart trafegam entre o folk e o blues em temas inspirados como o instrumental “New York Hustle”. E coube à inglesa Joss Stone, a nova sensação do soul, regravar com brilho a música-tema do filme original, “Alfie”, composta pela dupla Burt Bacharach / Hal David e eternizada na voz de Dionne Warwick. Joss encharca o tema de blues, em leitura que rivaliza com a da década de 60. E ainda envereda pelo rap, com menor êxito, em “Wicked Time”.

Principalmente por conta da presença de Mick Jagger (ainda em ótima forma como cantor e compositor), a trilha não soa requentada. Com o tempo, poderá se tornar tão clássica quanto a seleção original.


Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/286/diversao_arte/musica_alfie.htm

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Stand by me

Dá vontade de ouvir várias vezes...

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2539741

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Citação

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se: Se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor com ele você conquistará o mundo."
Albert Einstein

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Artigo

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos.

Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, nos prestigia com mais um artigo brilhante.

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências.

Amyr Klink

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para esta...r bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Amyr Klink

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Same mistake - James Blunt



Saw the world turning in my sheets and once again I cannot sleep.

Walk out the door and up the street; look at the stars beneath my feet.

Remember rights that I did wrong, so here I go.

Hello, hello. There is no place I cannot go.

My mind is muddy but my heart is heavy. Does it show?

I lose the track that loses me, so here I go.

And so I sent some men to fight, and one came back at dead of night.

Said he'd seen my enemy. Said he looked just like me,

So I set out to cut myself and here I go.

I'm not calling for a second chance,

I'm screaming at the top of my voice.

Give me reason but don't give me choice.

'Cause I'll just make the same mistake again.

And maybe someday we will meet, and maybe talk and not just speak.

Don't buy the promises 'cause, there are no promises I keep.

And my reflection troubles me, so here I go.

I'm not calling for a second chance,

I'm screaming at the top of my voice.

Give me reason but don't give me choice.

'Cause I'll just make the same mistake,

I'm not calling for a second chance,

I'm screaming at the top of my voice.

Give me reason but don't give me choice.

'Cause I'll just make the same mistake again.

Saw the world turning in my sheets and once again I cannot sleep.

Walk out the door and up the street; look at the stars.

Look at the stars fall down.

And wonder where did I go wrong.

sábado, 28 de agosto de 2010

Enquete

Respondendo a uma enquete que recebi...

1. A que horas você se levantou hoje?
09h00

2. Diamantes ou pérolas?
Pérolas
3. Qual foi o último filme que você assistiu no cinema?
Salt
4. Qual o seu programa de TV favorito?
House, Grey´s Anatomy, CQC

5. O que você normalmente come no café da manhã?
Tenho tomado mel, suco, pão de queijo `as vezes

6.Qual o seu nome do meio?

Não tenho

7. Que comida você não gosta?

Feijão e laranja

8. Qual o seu CD favorito no momento?

I won´t be soon before long - Maroon Five

9. Qual tipo de carro você dirige?
Não estou dirigindo no momento

10. Qual seu sanduíche favorito?
Paulista, do Lanchão de Penápolis :)
11. Qual característica você despreza?
Falta de caráter, falsidade e mentira
12. Qual sua favorita peça de vestir?
Vestidos
13. Para onde você iria de férias em qualquer lugar do mundo?
Qualquer lugar que não tenha conhecido ainda
14. Qual sua marca de roupa favorita?
Joseph Paul...kkk
15. Para onde você iria quando se aposentasse?
Viajaria para muuuitos lugares :)
16. Qual foi seu aniversário mais memorável?
Todos

17. Qual seu esporte favorito para assistir?
Kung Fu
18. Local mais longe que você está enviando isso?
Não estou enviando, espero que as pessoas que eu goste leiam
19. Pessoa que você espera que responda primeiro?
Acho que não vão responder rs

20. Quando é o seu aniversário?
28 de Junho
21. Você é uma pessoa do dia ou da noite?
Depende

22. Qual numeração do seu sapato?
37

23. Animal de estimação?
Amo cachorro

24. Alguma nova excitante notícia que você gostaria de compartilhar conosco?
Hmm deixa eu pensar...
25. Qual sua bebida/drink favorito?
Limonada bem gelada
26. Como você está hoje?
Cansada...trabalhei demais essa semana

27. Qual seu bombom (ou doce) favorito?
Trufa de morango
28. Qual sua flor favorita?
Tulipa

29. Por qual data no calendário você está esperando?

Pelo dia de amanhã apenas :)

30. Qual seu nome completo?
Mariana Yamanaka
31. O que você está ouvindo agora?
Som da TV...Bad Boys 2 rss

32. Qual foi a última coisa que você comeu?
Pizza
33. Você faz pedido para as estrelas?
Sempre!

34. Se você fosse um lápis, que cor seria?
Rosa
35. Como está o clima agora?
Seco pra caramba
36. Qual a cor natural do seu cabelo?
Preta
37. Qual seu refrigente preferido?
Guaraná Antarctica
38. Qual seu restaurante favorito?
Japonês
39. Qual sua cor favorita de esmalte para unhas?
Ahh são várias..depende do humor

40. Qual foi seu brinquedo favorito quando criança?
Bola e bicicleta
41. Verão ou inverno?
Verão acho, mas eu gosto de um friozinho
42. Abraços ou beijos?
Pode ser os dois?
43. Chocolate ou baunilha (suspiro)?
Cocholate
44. Café ou chá?
Chá
45. Você quer que suas amigas respondam?
Se todos que lerem responderem ficarei muito feliz
46. Quando foi a última vez que você chorou?
Hmm eu sou um pouco chorona, até com filmes..

47. O que tem embaixo da sua cama?
Um sapato e um guitar hero rs
48. O que você fez ontem à noite?
Fiquei trabalhando até 23h... :(
49. Do que você tem medo?
De perder minha sanidade mental quando envelhecer
50. Salgado ou doce?
Salgado!
51. Quantas chaves há no seu chaveiro?
Hmm umas 3

52. Quantos anos no seu emprego atual?
3 anos já
53. Dia favorito da semana?
Sexta- feira
54. Em quantas cidades você já morou?
3
55. Você faz amizade com facilidade?
Acho que sim
56. Para quantas pessoas você irá enviar isso?
Bem, as pessoas que eu gosto tem o link do meu blog :)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Reflexões - Lya Luft

"...Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a apena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer."

Ufa..

1) Treino especial no kung fu

2) Suco de pêssego com uva natural + aveia

3) Deixar a minha casa limpa e cheirosa

Não tem preço :)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sobre a nova lei contra palmadas

Não existe palmada bem dada
Violência gera violência, como a neurociência já constatou diversas vezes


CLARO que o objetivo não é colocar na prisão aqueles pais que, incapazes de resolver desavenças com seus filhos na base da conversa, recorrem à punição física na forma de "uma palmada bem dada", no afã de impor alguma sombra de autoridade.
O estatuto que proíbe a punição corporal de crianças visa a que se deixe de considerar normal, necessário ou saudável "educar" com violência. Como a sociedade que pune com prisão quem bate em velhinhos aceita que pais batam em suas crianças?
O problema tem vários níveis, e só um deles (ainda que de grandes consequências para as gerações futuras) é o seguinte: violência, não importa em qual forma, gera violência, como a neurociência já constatou várias vezes.
Funciona igualmente com camundongos e com humanos: o cérebro que recebe maus tratos na infância sofre várias mudanças, incluindo alterações em seu sistema de recompensa, que antecipa bons resultados; na amígdala, que sinaliza maus resultados; e no hipocampo, que forma memórias novas e cuida de nossa lista mental de "problemas a resolver".
O resultado? Crianças que recebem restrição corporal, palmadas, sacudidas ou abuso verbal (castigos que muitos consideram brandos) se tornam adultos com propensão a comportamento antissocial e agressivo, transtornos de ansiedade, depressão, alcoolismo e outras formas de dependência química.
"Mas eu recebi palmadas na infância e me tornei um adulto saudável, portanto, palmadas não fazem mal", dizem vários defensores das palmadas educativas.
Pelo contrário: graças à resiliência do cérebro (sua capacidade de se recuperar de agressões variadas), ao que tudo indica essas pessoas que sofreram maus tratos na infância provavelmente se tornaram adultos saudáveis APESAR das palmadas.
E, justamente por causa da capacidade do cérebro de se adaptar, essas crianças punidas com violência viraram adultos que hoje acham normal... punir com violência.
Felizmente existe antídoto, tão ao alcance quanto uma palmada. Também funciona com camundongos e crianças, também é comprovado pela neurociência, também muda o cérebro para o resto da vida e se autopropaga.
Chama-se carinho e, no caso dos humanos, se vier acompanhado de apoio moral, bons exemplos, compreensão e conversa, melhor ainda.
SUZANA HERCULANO-HOUZEL, neurocientista, é professora da UFRJ e autora de "Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor" (ed. Sextante) e do blog www.suzanaherculanohouzel.com

Fonte: Folha